UTILIZAÇÃO DE JOGO DA MEMÓRIA COMO ESTRATÉGIA PARA ENSINAR SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS

ISBN 978-85-85905-25-5

Área

Ensino de Química

Autores

Almeida Nascimento, D. (IFMT CAMPUS CONFRESA) ; da Silva Costa, D. (IFMT CAMPUS CONFRESA) ; Franco Leão, M. (IFMT CAMPUS CONFRESA)

Resumo

Este texto objetiva descrever um jogo didático elaborado para ensinar substâncias químicas e a avaliação desse método segundo os estudantes do 5° semestre do Curso de Licenciatura em CN-Química do IFMT Campus Confresa. Esse jogo da memória foi desenvolvido no 1º semestre de 2019, durante aulas de Instrumentação para o Ensino de Química. O jogo envolveu as substâncias orgânicas e inorgânicas: soda cáustica, água oxigenada, fermento em pó, etanol, gás hélio, acetona e sal de cozinha. Foi também realizada uma pesquisa de opinião sobre a estratégia. Os resultados foram positivos, os estudantes consideraram o jogo dinâmico e criativo, fugindo ao padrão das aulas tradicionais, o que facilita o aprendizado da química. Contudo, foram feitas algumas críticas, como número limitado de cartas.

Palavras chaves

Ensino de química; estratégia de ensino; jogos didáticos

Introdução

De acordo com documentos legais, o desenvolvimento de disciplinas como a Química, na matriz curricular da Educação Básica, necessita propiciar um conhecimento mínimo aos estudantes, que lhes permitam compreender e interpretar o funcionamento dos fenômenos naturais que acontecem no mundo e o envolvimento dos avanços tecnológicos e científicos na vida das pessoas. As estratégias ou métodos de ensinar tradicionais, têm como fundamentos duas suposições precipitadas: A primeira considera que ensinar é uma tarefa fácil e não necessita de uma preparação especial; A segunda, que o processo educativo se limita em transmitir e receber simples conhecimentos já elaborados (ROCHA et al., 2011). Nesse sentido, os autores acreditam que a reprovação de muitos alunos se deve, principalmente, às suas próprias deficiências, tais como desenvolvimento da capacidade de entendimento, de falta de estudo e entre outros. Sabemos que nem todos os estudantes conseguem interagir ou aprender igual ao seu colega de classe, muitos têm dificuldade em compreender o conteúdo estudado, por isso atualmente sabemos que a vários recursos que podem ser levados para sala de aula, como, estratégia para ensinar química, sendo uma ferramenta para o professor e uma delas são os jogos didáticos. Dentre os vários tipos existentes de jogos didáticos optamos no aprofundamento teórico e desenvolvimento prático de um jogo do tipo da memória. Fundamenta-se a realização do seguinte tema devido à necessidade dos futuros professores para terem um domínio sobre diversos materiais e recursos que dispõe para ensinar Química, pois sabemos o quão difícil é de encontrar um meio onde ensinar Química seja tão fácil. Platão já defendia a importância de se” aprender brincando”. Aristóteles, sugere que a educação desde criança deveria ocorrer por meio de jogos. Os romanos fizeram uso de jogos físicos afim de formar soldados e cidadãos respeitadores e aptos. De acordo com Kishimoto (1994) nesse período, foram encontrados referencias do uso de jogos direcionados à aprendizagem das crianças. A influência e a presença dos jogos têm a partir da Idade Média, entre os povos, um retrocesso importante devido a interversões das ideias do cristianismo no Ocidente. A Igreja dita uma educação disciplinada e castiga o seu uso tanto no meio educacional como também na vida social de todos os indivíduos. Pois para eles, as pessoas que jogavam estavam cometendo pecado (CUNHA, 2012). Segundo Piaget (1971), os jogos são classificados em três tipos: os jogos de exercícios, os jogos de regras e jogos simbólicos. O jogo de exercício é definido no período sensoriais e motores onde manifesta-se nos primeiros anos de vida da criança, onde o bem-estar é essencial. O jogo de regras surge no decorrer do período operatório concreto, fazendo a criança aprender as relações interindividuais ou sociais. Um elemento significativo nos jogos de regras, são os jogos de exercícios assim como os de simbólicos. Logo, as regras passam a ser um novo elemento que contribui no aprendizado influenciado pela relação coletiva que a atividade proporciona. O jogo simbólico faz parte da fase pré-operatória que além do bem-estar há o surgimento da linguagem que se baseia com as funções da compensação; realização de desejos; resoluções de divergências, que envolve a soma ao prazer com a sujeição da realidade. Nesse tipo de jogo, a realidade é simbólica, tendo uma ausência do objeto (BATISTA; DIAS 2012). A pesquisa na qual refere-se ao jogo da memória se classifica como jogo de regras. Segundo Bibiano (2010, apud KIYA, 2014, p.27), não tem uma data ou origem de quando foi criado o jogo da memória. Uns concordam que é um jogo da antiguidade, jogado pelos povos do Antigo Egito e outros já diziam que teve sua origem na China pelo simples fato dos chineses serem vistos como excelentes nas técnicas de memorização e raciocínio. Diante do exposto, o presente trabalho teve como objetivo descrever o desenvolvimento do jogo da memória e expor os resultados da avaliação segundo o entendimento dos estudantes do 5º semestre na disciplina de Instrumentação para o Ensino de Química do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT) Campus Confresa/MT.

Material e métodos

O jogo da memória foi realizado durante o primeiro semestre de 2019, no IFMT Campus Confresa/MT, com os graduandos do curso superior em Licenciatura em ciências da natureza com habilitação em Química, do 5° semestre na disciplina de Instrumentação para o Ensino de Química, com o objetivo de criar algo novo ou adaptar o jogo a qualquer área da química. Foram realizadas buscas em sites confiáveis da internet sobre as características e informações das substâncias escolhidas, tais como: os nomes usuais e oficiais pela União de Química Pura e Aplicada (IUPAC), suas funções, como são encontradas no comercio, aplicações práticas no cotidiano, informações relacionadas à Tabela Periódica, entre outras. Também foram coletadas imagens dessas substâncias como o intuito de ilustrá-las em metade das peças do jogo. Outro momento foi imprimir as peças do jogo, nas quais metade das peças continha as imagens e a outra metade continha as informações. Cabe ressaltar que as peças foram construídas com papel A4, que após a impressão foram recortadas. As regras do jogo também foram impressas e disponibilizadas para os participantes. Cabe ressaltar que as orientações são praticamente as mesmas de qualquer jogo desse tipo. Foram essas as regras estabelecidas para o jogo: 1- O jogo da memória pode ser jogado por vários jogadores ou apenas um jogador. 2- Inicie o jogo pondo as cartas todas viradas para baixo sobre uma mesa. 3- A jogada é quando um dos jogadores vira duas cartas e coloca-as para cima, para que todos os demais jogadores possam ver. 4- Se acaso o jogador virar a duas cartas que não correspondem, ambos as cartas devem voltar ao mesmo local e viradas para baixo novamente. 5- Se o jogador vira as duas de cartas que combinam em uma jogada, o jogador ganhará o par de cartas e receberá a chance de jogar novamente. 6- O objetivo do jogo é acertar a quantidade maior de pares de cartas possíveis. O vencedor é o jogador que tiver o maior número de pares. 7- Na maneira de um único jogador, o objetivo é reconhecer todos os pares em menor tempo possível. No dia do desenvolvimento do jogo didático em sala de aula, inicialmente foi explicado o objetivo do jogo, a temática que seria abordada e as regras do mesmo. Todos os estudantes presentes aceitaram participar voluntariamente da atividade. Após o desenvolvimento deste jogo da memória, em sala de aula, os estudantes foram convidados a avaliar a atividade. No intuito de coletar dados dessa avaliação, foi elaborado um questionário constituído por 3 questões, sendo 2 delas abertas e 1 fechada em escala de Likert. Para garantir o anonimato dos sujeitos envolvidos, seus nomes foram substituídos por algarismos alfanuméricos, da seguinte maneira: E1 (Estudante 1), E1 (Estudante 1), E1 (Estudante 1) e assim consecutivamente. Os resultados foram organizados em dois momentos: detalhes da elaboração do jogo e avaliação realizada pelos estudantes. A discussão dos resultados teve como aporte o referencial teórico utilizado.

Resultado e discussão

Após definido o tipo de jogo (da memória), foram escolhidas as substâncias a serem estudadas na atividade. Optou-se por envolver sete substâncias a saber: soda cáustica (Hidróxido de sódio), fermento em pó/químico (Bicarbonato de sódio), álcool etílico (Etanol), gás hélio, água oxigenada (Peróxido de Hidrogênio), acetona (Propanona) e sal de cozinha (Cloreto de Sódio). Os estudantes sentaram ao redor da mesa que foi reservada para o jogo. As cartas foram colocadas viradas sobre a mesa, foi passado aos alunos as regras, tiveram duas rodadas do jogo conforme a Figura 1. Foi elaborado um jogo didático capaz de instruir sobre algumas das principais substâncias orgânicas e inorgânicas, que são encontrados facilmente no nosso dia a dia, uma vez que contém as principais características e informações, tais como a composição química e sua aplicação prática, ou seja, para que são utilizados. Figura 1- Momento do desenvolvimento do jogo didático. Descrição: O jogo da memória de algumas substâncias químicas foi envolvente e contou com a participação dos estudantes. Sobre a avaliação realizada pelos estudantes, cabe ressaltar que as questões abertas se remetiam uma sobre as potencialidades da atividade didática e a outra sobre as limitações do jogo. A questão fechada avaliou quantitativamente 5 aspectos do jogo que são: regras e objetivos do jogo; favorecimento da motivação; criatividade e dinamismo; linguagem visual; e a compreensão dos conceitos envolvidos. Os resultados obtidos por meio do questionário foram tabulados e seguem apresentados juntamente com um abreve reflexão de seu significado. Na questão fechada, utilizou-se uma escala de um a cinco, sendo 1 insatisfatório a 5 plenamente satisfatório. Por meio dessa questão foi possível identificar a avaliação dos estudantes referente a 5 importantes aspectos do jogo. Assim, a questão fechada foi organizada contendo das letras A à E. A letra A perguntava se o jogo possuía regras e objetivos claros, 33,3% dos estudantes marcaram 4 e 66,7% marcaram 5 plenamente satisfatório. Percebe-se que a ampla maioria avaliou com nota máxima esse primeiro aspecto, o que é muito bom, pois mostra que a atividade possuía um objetivo pedagógico que foi apresentado desde o início aos estudantes e que as regras do jogo didático estavam claras para todos os participantes que afirmaram já conhecer jogos do tipo da memória. Esse jogo sobre substâncias químicas que foi elaborado é do tipo de regras (PIAGET, 1971), logo, as regras da atividade necessitavam de fato estar claras para os participantes para que o jogo alcançasse seus objetivos. A letra B perguntava se o jogo poderia ser considerado uma maneira motivadora de estudar, 100% marcaram 5 plenamente satisfatório. A letra C perguntava se o jogo era dinâmico e criativo, 33,3% marcaram 4 e 66,7% marcaram 5 plenamente satisfatório. Esse resultado corrobora o pensamento de (ROCHA et al., 2011), de que o ensino tradicional está baseado em suposições precipitadas, pois mostrou que os estudantes necessitam de estímulos e motivação externa. A letra D perguntava se o jogo apresentava linguagem visual adequada, 66,7% marcaram 4 e 33,3% marcaram 5 plenamente satisfatório. Mesmo não sendo maioria, é significativo o percentual de estudantes que consideram a linguagem do jogo adequada. Outro aspecto a ser considerado é que a nota 4 também é positiva, mesmo não sendo uma unanimidade. A letra E perguntava se o jogo possibilitava compreender os conceitos químicos envolvidos, 16,7% marcaram 4 e 83,3% marcaram 5 plenamente satisfatório. Isso mostra que o jogo didático da memória contribui para a compreensão dos conceitos científicos abordados, que no caso foram as substâncias químicas. Percebe-se que os estudantes não atribuíram outras notas em todos aspectos, somente notas 5 e 4. Assim, é possível constatar que o jogo didático elaborado teve uma boa aceitação por parte dos estudantes. Na segunda questão, agora de caráter aberto/discursivo, foi solicitado que os estudantes listassem as potencialidades deste jogo didático, ou seja, os pontos positivos do mesmo. Foram listadas como potencialidades do jogo as seguintes respostas: “O jogo didático é dinâmico e envolvente, ou seja, é uma maneira divertida de aprender Química. Abordou conceitos importantes” (E1). “O jogo é motivador, desperta o interesse dos estudantes” (E2). “O jogo faz com que o aprendizado seja de forma rápida e divertida” (E3). “É um jogo criativo e dinâmico que envolve todos os estudantes de maneira divertida, possibilitando o aprendizado de química” (E4). “Ajuda na motivação do aluno e é ótimo para aprender de forma dinâmica, faz com que o aluno goste de participar das aulas” (E5). “É um jogo excelente visto que os conceitos são amplos e do cotidiano” (E6). Nota-se que os estudantes em suas respostas afirmaram que o jogo é divertido e motivador possibilitando o aprendizado. Isto mostra que o jogo serve como ferramenta didática para o ensino de Química. De acordo com Gondin (2016), o jogo didático pode ser considerado uma boa ferramenta para promover a aprendizagem, além de estimular o interesse do estudante, que se torna protagonista do processo ao mesmo tempo que coloca o professor como um mediador e orientador do aprendizado. No último questionamento, também de caráter discursivo, foi solicitado que os estudantes descrevessem as limitações observadas dessa atividade, ou seja, que mencionassem os aspectos a ser ajustados para que o jogo obtenha um melhor resultado. Foram listadas como limitações do jogo as seguintes respostas: “As figuras poderiam ser coloridas, poderiam ter diferenciado nomes usados/ comerciais e nomenclatura oficial das substancias” (E1). “O jogo é bastante limitado, devido a quantidade de peças ser pouquíssima” (E2). “Na minha opinião faltou mais cartas, ou seja, mais substâncias poderiam ter sido exploradas” (E3). Cabe ressaltar que E4, E5 e E6 responderam não encontrar limitações nesse jogo didático. Percebe-se que os estudantes mencionam aspectos que poderiam ampliar ainda mais este jogo da memória, tais como ter mais peças e automaticamente envolver mais sustâncias químicas com suas características, nomenclatura e aplicações práticas. Também mostra que as potencialidades e limitações dos jogos não são uma unanimidade entre as pessoas, o que é histórico conforme relatou Cunha (2012). Outro aspecto a ser ressaltado é que nenhuma limitação é no sentido que o jogo didático seja negativo, pelo contrário, só reforça que a atividade lúdica proporciona aprender brincando. Figura 2 - Avaliação quantitativa do jogo didático Descrição: Os estudantes consideraram a atividade objetiva, com regras claras, linguagem visual adequada, dinâmica e criativa e que favorece a compreensão dos conceitos químicos.

Figura 1- Momento do desenvolvimento do jogo didático.

Descrição: O jogo da memória de algumas substâncias químicas foi envolvente e contou com a participação dos estudantes.

Figura 2 - Avaliação quantitativa do jogo didático

Descrição: Os estudantes consideraram a atividade objetiva, com regras claras,dinâmica e criativa e que favorece a compreensão dos conceitos químicos.

Conclusões

Com a realização dessa atividade de elaboração e avaliação do jogo da memória sobre as substâncias químicas é possível considerar que jogos didáticos desenvolvidos no ensino de química podem favorecer a aprendizagem dos estudantes de uma maneira agradável e envolvente. Também mostra que é possível aos professores da atualidade buscar maneiras de adaptar determinados jogos já existentes com o intuito de ser um meio de desenvolver conceitos científicos que está sendo trabalhado. Por meio dos resultados é possível afirmar que o jogo da memória teve uma boa aceitação entre os estudantes, que consideraram a atividade objetiva, com regras claras, linguagem visual adequada, dinâmica e criativa e que favorece a compreensão dos conceitos químicos. Além disso, que o jogo proposto possui potencialidades pedagógicas significativas e poucas limitações para serem ajustadas. Portanto, os jogos didáticos são aliados ao ensino de química, pois podem facilitar a aprendizagem sobre conceitos científicos, tornaram a aula dinâmica e agradável e que os estudantes estavam interagindo durante do jogo.

Agradecimentos

a FAPEMAT com incentivo no projeto "Metodologias de ensino centradas nos estudantes: Soluções práticas para as aulas de Ciências da Natureza" no edital 045/2019, e ao Instituto Federal do Mato Grosso Campus Confresa.

Referências

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GONDIN, C. O. Sequência didática para o ensino de ácidos e bases: da experimentação ao jogo numa abordagem contextualizada. 2016. 88 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Licenciatura em Química, Universadade Tecnológica Federal do Paraná, Ponta Grossa, 2016. Cap. 1. Disponível em: <http://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/2478/1/PG_PPGECT_M_Gondin%2C%20Carolyne%20de%20Oliveira_2016.pdf>. Acesso em: 12 ago. 2019.
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PACAGNAM, L. O jogo como estimulação para o desenvolvimento da criança na educação infantil. 2013. 68 f. Monografia (Pós-graduação) - Curso de Especialista na Pós-Graduação em Educação: Métodos e Técnicas de Ensino, Modalidade de Ensino A Distância, Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Utfpr – Campus Medianeira, Paraná, 2013. Cap. 4. Disponível em:<http://repositorio.roca.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/4662/1/MD_EDUMTE_II_2012_10.pdf>. Acesso em: 28 jul. 2019.
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