• Rio de Janeiro Brasil
  • 14-18 Novembro 2022

CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICO E FITOQUÍMICA DE PLANTAS MEDICINAIS COMERCIALIZADAS NA FEIRA-LIVRE DE OURICURI-PE E REGIÃO

Autores

Silva Junior, P.A. (IFSERTAÕPE) ; Macêdo, S.K.S. (IFSERTAÕPE)

Resumo

O controle de qualidade de drogas vegetais é importante para garantir segurança e eficácia já que são utilizadas na medicina popular. Desta forma, realizou-se uma caracterização físico-química e fitoquímica de drogas vegetais obtidas das folhas de Moringa oleifera e cascas de Croton conduplicatus comercializadas em feira- livre da cidade de Ouricuri-PE. Os pós das cascas e folhas foram classificados como moderadamente grossos e os testes farmacognósticos apresentaram teores aceitáveis. A triagem fitoquímica demonstrou resultados positivos para fenóis, taninos, flavonoides, alcaloides, esteroides e triterpenos. As amostras de M. oleifera e C. Conduplicatus, estão em conformidade com a Farmacopeia Brasileira, permitindo assim, utilização de forma segura.

Palavras chaves

Droga vegetal; Controle de qualidade; Padronização

Introdução

As plantas medicinais são uma das primeiras formas de medicamento conhecido na humanidade para promover cura e bem-estar, principalmente, utilizadas na forma de chás, (HERINGER et al., 2021). A utilização de plantas com fins medicinais, de forma empírica, é realizada pelo homem através das gerações. Devido a diversas propriedades importantes que podem desempenhar no organismo humano, os princípios ativos das drogas vegetais são amplamente difundidos para fins farmacológicos (BAQUERO et al., 2013). Os produtos naturais são um componente da biodiversidade de grande importância econômica e para a saúde, pois têm fácil aceitabilidade, disponibilidade e baixo custo (VARANDA, 2006; MOTA et al., 2013). A comercialização de plantas medicinais ocorre em todo o país, das regiões mais pobres as grandes cidades brasileiras, estes produtos são vendidos em feiras livres, mercados populares e, até mesmo, cultivados em quintais para consumo próprio (TRESVENZOL et al., 2006). Atualmente, com a pandemia causada pelos vírus SARS-COV 2 que leva a doença COVID-19, a população teve uma maior preocupação com a imunidade para evitar os danos causados pela doença, para isso, recorria às plantas medicinais. Estudo recente, mostra que houve um aumento no uso das mesmas, no qual, 90,1% afirmaram consumir plantas medicinais, no entanto, durante a pandemia houve um aumento no consumo em 27% (BRAGA e DA SILVA, 2021). Neste contexto, a realização de testes físico-químicos e fitoquímicos são essenciais para o controle de qualidade de plantas medicinais, no intuito de garantir a segurança e eficácia desejada pelo usuário. Os critérios de eficácia e segurança de plantas medicinais estão relacionados a qualidade, isto é, as plantas necessitam ser corretamente identificadas, cultivadas e coletadas, devem estar livres de material estranho, partes de outras plantas e contaminações inorgânicas e/ou microbianas (BRASIL, 2014). A segurança e a eficácia de plantas medicinais dependem de diversos fatores que possibilitam aferir a qualidade do produto comercializado. A má qualidade destes produtos pode modificar e/ou anular a sua aplicação terapêutica e causar efeitos tóxicos no consumidor (MELO et al., 2007). Desta forma, é necessário que determinado medicamento, produto ou prática terapêutica esteja dentro do limite de risco aceitável, estabelecido pela autoridade sanitária competente (PEDROSO, ANDRADE e PIRES, 2021). Na cidade de Ouricuri localizada no sertão de Pernambuco e região é comum a prática de venda de plantas medicinais para uso terapêutico em feiras livres, no entanto, sem nenhum controle de qualidade, desta forma, a coleta e manuseio pode ser feito de forma errada. Com isso, faz-se necessário o controle de qualidade destas plantas que serão consumidas pela população para garantir eficácia do seu uso medicinal. Dentre as principais e mais procuradas ervas com fins fitoterápicos comercializadas na feira livre e casas de produtos naturais de Ouricuri-PE, encontram-se a Moringa oleífera Lam. conhecida como Moringa e a Croton conduplicatus conhecida como quebra-faca, pela população. A Moringa oleifera Lam. é uma espécie da família Moringaceae, originária do nordeste indiano, amplamente distribuída em várias partes do planeta. Todas as partes da M. oleífera possuem valores medicinais. A folha provou ter atividades antioxidante, anti-inflamatório, anticancerígena, anti-hipertensiva, hipolipemiante, hipoglicemia, antimicrobiana e hepatoprotetora. Também foi relatado que contém muitos fitoconstituintes, como flavonoides, alcaloides, esteroides, saponinas, glucosinolatos, taninos, ácidos fenólicos e terpenos (OLDINI et al., 2019; LIN et al., 2019). Na região de Ouricuri-PE as folhas são normalmente comercializadas para preparo de chás para controlar e/ou reduzir os níveis de glicose no sangue, colesterol ruim, anemia e pressão arterial. Espécies do gênero Croton têm grande destaque por apresentarem atividades biológicas relevantes, como o potencial anti-inflamatório, antioxidante, antinociceptivo, anticonvulsivo e ansiolítico (ZHAO et al., 2012). Estudos envolvendo a espécie C. conduplicatus Kunth, são escassos, mesmo que a planta seja utilizada na medicina popular nordestina para os tratamentos de viroses, dor de cabeça, dor de estômago e indigestão (CARTAXO et al., 2010). Estudos fitoquimicos das cascas são escassos, existem alguns estudos dos óleos essenciais das cascas (ALMEIDA et al., 2015), e sobre extratos, apenas folhas é citado para presença de compostos fenólicos, cumarinas, flavonoides, terpenos, cardenolídeos, taninos, saponinas e alcaloides (GARCÍA et al.,2018). Diante do exposto, para garantir a autenticidade, pureza e integridade das ervas medicinais, levando a padronização do material vegetal e produtos relacionados, o presente estudo buscou realizar a caracterização físico-químico e fitoquímica das drogas vegetais M. oleifera e C. conduplicatus comercializadas na feira- livre da cidade de Ouricuri-PE.

Material e métodos

Coleta e processamento do material vegetal A coleta das drogas rasuradas das plantas medicinais foi feita em uma casa de temperos e ervas medicinais localizada na área de feira-livre da cidade de Ouricuri-PE em abril de 2022. O material, já seco, posteriormente foram pulverizadas em moinho de facas, obtendo-se a droga vegetal pulverizada para as análises posteriores. Caracterização da droga vegetal O material vegetal pulverizado de cada espécie foi submetido aos ensaios de determinação da granulometria dos pós utilizando as tamises 850, 600, 425, 250, 150 μm, à da perda por dessecação (método gravimétrico), de cinzas totais, de cinzas insolúveis em ácido foram obtidas a partir das cinzas totais, cinzas sulfatadas, do índice de espuma, de substâncias extraíveis por álcool (extrato alcoólico / método c: extração a frio) de acordo com procedimentos descritos na Farmacopeia Brasileira, 6ª edição (BRASIL, 2019), todos em triplicata. Os dados foram analisados usando o Origin 8 e Excel, e apresentados como média ± desvio padrão. Essas análises possibilitaram a determinação de especificações de controle de qualidade da droga vegetal viabilizando a sua padronização. Determinação de pH Para a determinação de pH da solução extrativa, realizou-se uma extração por maceração das drogas vegetais pulverizadas utilizando álcool etílico absoluto, o extrato fluido obtido foi verificado o pH resultante com o auxílio de um pHmetro eletrônico. Triagem fitoquímica qualitativa Os extratos alcoólicos das drogas vegetais foram submetidos a uma investigação dos constituintes químicos por classe metabólica. Os testes em tubos de ensaios para fenóis flavonoides, taninos, esteroides e triterpenos foram realizados de acordo com metodologias descritas por Matos (2009).

Resultado e discussão

A caracterização farmacognóstica possibilitou determinar o controle de qualidade das drogas vegetais obtidas de M. oleifera e C. conduplicatus que são comercializadas na feira livre de Ouricuri. A Tabela 1 apresenta os dados sobre os teores de umidade, cinzas totais, cinzas insolúveis em ácido, cinzas sulfatadas e substâncias extraíveis por álcool das drogas vegetais pulverizadas. A determinação do teor de umidade nas drogas vegetais é de suma importância, pois a falta de condições corretas de manipulação e secagem, desde o preparo, acondicionamento e armazenamento das amostras podem ocasionar valores elevados de água. O ambiente úmido na droga vegetal pode acarretar a perda do material por contaminação microbiana ou degradação dos constituintes químicos (SILVA et al., 2013). A partir dos resultados obtidos para o teor de umidade (Tabela 1), verificou-se que todas as amostras analisadas apresentaram-se dentro da especificação exigida pela Farmacopeia Brasileira (BRASIL, 2019) para este parâmetro, cujo limite máximo é de 14,0% (SIMÕES et al., 2010). INSERIR TABELA 1. O teor de cinzas está relacionado com a presença de constituintes inorgânicos na amostra, principalmente minerais (SIMÕES et al., 2010). Os resultados da determinação de cinzas totais nas amostras apresentaram-se dentro dos limites conforme monografias de diversas drogas vegetais descritas na Farmacopeia Brasileira (BRASIL, 2019). O método de análise das cinzas insolúveis em ácido, destinado à determinação de sílica e constituintes silícicos das drogas vegetais, mostrou que as cascas da quebra-faca e as folhas da Moringa apresentaram valores próximos. O resíduo não volátil obtido por incineração da droga vegetal na presença de ácido sulfúrico apresentou-se teores aproximados nas duas amostras. As cinzas sulfatadas apresentaram cerca de 10,8%, próximos aos descritos nas monografias para algumas drogas vegetais da Farmacopeia Brasileira, como o, “chapéu de couro” que apresenta cinzas sulfatadas no máximo 13,0% (BRASIL, 2019). Na análise para determinar a presença de saponinas o resultado foi negativo, já que, todas as amostras de ambas as drogas vegetais estudadas não apresentaram espuma na altura especificada de (1 cm) ou maior. Portanto, resultado negativo para a presença de uma quantidade considerável de saponinas na droga vegetal. No processo de extração o tamanho da partícula é uma importante variável pois a área superficial da mesma está diretamente relacionada com o grau de interação da partícula com o solvente extrator, aumentando a solubilidade e fluidez da amostra (SIMÕES et al., 2010). Assim, a análise granulométrica das amostras estudadas fez-se necessária. A partir das análises feitas, verificou-se que o maior percentual de retenção do pó de quebra-faca ocorreu no tamise de abertura nominai de malha 425 μm e do pó de moringa a retenção ocorreu nos tamises de 250 μm como mostra a Figura 1. INSERIR FIGURA 1. Para determinar o tamanho médio das partículas do pó foi calculada a porcentagem da fração de passagem e retenção de cada tamise. Através dos resultados obtidos constatou-se que o tamanho médio das partículas dos pós são de 397,68 e 380,11 µm para as cascas de C. conduplicatus e folhas de M. oleifera, respectivamente. A partir da análise granulométrica foi possível classificar os pós das cascas de C. conduplicatus e folhas de M. oleifera como moderadamente grosso, uma vez que, as partículas passaram em sua totalidade pelo tamis com abertura nominal de malha de 710 μm (850 e 600 μm usadas) e, no máximo, 40% pelo tamis com abertura nominal de malha de 250 μm, de acordo com a Farmacopeia Brasileira (BRASIL, 2019). Os resultados das substâncias extraíveis por álcool estão diretamente relacionados a granulometria, uma vez que, quanto menores as partes da droga vegetal, maior o contato com o solvente, logo, mais eficiente se torna a extração, isso pode explicar o baixo nível de substâncias extraíveis por álcool obtidos (Tabela 1) das amostras. A análise de pH dos extratos alcoólicos verificou um caráter levemente ácido dos extratos de moringa, cujo pH foi de 6,17 e da quebra-faca, pH de 5,69. Na triagem fitoquímica qualitativa foram observados resultados positivos para fenóis, taninos e flavonoides bem como para alcaloides e terpenos em ambas as drogas vegetais analisadas, porém não foi possível verificar a presença de flavonoides de forma nítida. No entanto, foi possível sua confirmação através da comparação com dados de outros estudos fitoquímicos da M. oleifera (OLDONI et al., 2019) e das folhas (GARCÍA et al., 2018) e cascas de C. conduplicatus (ALMEIDA et al., 2015). No entanto, os resultados não implicam necessariamente na sua ausência, sendo possível que a quantidade dos mesmos esteja pequena para ser detectada (BRUM et al., 2011) e a cor da solução extrativa pode ter mascarado a análise. A confirmação da presença dos metabolitos secundários testados confirma a qualidade das drogas vegetais, já que a forma de manipulação pode afetar na composição química e atividade biológica.

Figura 1

Histograma de distribuição granulométrica dos pós das cascas de Croton conduplicatus e das folhas de Moringa oleífera.

Tabela 1.

Caracterização físico-química das drogas vegetais comerciais de Moringa oleifera e Croton conduplicatus.

Conclusões

Através dos ensaios realizados foi possível garantir que as ervas medicinais M. oleifera e C. conduplicatus, comercializadas na feira livre de Ouricuri-PE, estão em conformidade com os parâmetros de segurança para consumo estabelecidos pela Farmacopeia Brasileira. Os resultados obtidos fornecem informações importantes para o controle de qualidade das drogas vegetais, permitindo assim, sua utilização como matéria prima farmacêutica de forma segura.

Agradecimentos

Ao IFSertãoPE pelo apoio finaceiro através do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica - PIBIC/CNPq Edital N° 52/2021.

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