Autores

Ruela (ic), B.A. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS) ; Faustino (ic), G.A.A. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS) ; Lima (pg), T.S. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS) ; Silva (pg), A.K. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS) ; Liao (pq), L.M. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS) ; Benite (pq), A.M.C. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS) ; Benite (pq), C.R.M. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS)

Resumo

Este trabalho tem como objetivo contribuir para o letramento científico de alunos da educação básica sobre a perspectiva do alisamento capilar e suas implicações em relação aos riscos da utilização do formaldeído, utilizando um objeto virtual de aprendizagem (OVA). Assumidos esses pressupostos e com características de uma pesquisa participante, apresentamos o desenvolvimento da intervenção pedagógica intitulada: Alisamento capilar: sob o olhar microscópico. Nossos resultados apresenta a técnica de Ressonância Magnética Nuclear para se discutir os aspectos científicos, sociais, políticos e da saúde referentes ao alisamento capilar. Portanto, a discussão com o ensino contextualizado e o uso das técnicas da ciência moderna permitem a abstração e a popularização da ciência.

Palavras chaves

Letramento Científico; OVA; Alisamento Capilar

Introdução

A partir de 1990 que se observa um novo paradigma inserido na gestão pública brasileira. As políticas públicas são feitas por meio de análises de um conjunto de fatos e conhecimentos. Os políticos, agora chamados de gestores, utilizam de dados estatísticos de pesquisas ou avaliações nacionais e internacionais como objeto de estudo para justificar a aplicação ou elaboração de uma política, dando um caráter técnico na tomada de decisão (VILLANI e OLIVEIRA, 2018). No início do governo atual as políticas educacionais foram pautadas em contingenciamentos, bloqueio de recursos financeiros para todos os níveis educacionais. Uma das justificativas utilizadas para o bloqueio nos níveis fundamental e médio foi o mau desempenho do Brasil em exames internacionais de avaliação da educação como o Programme for International Student Assessment (PISA). No último relatório de 2015, países como Singapura, Hong Kong, Japão, Macau, Estônia e Canadá aparecem nas primeiras colocações (OCDE, 2018). Já o Brasil aparece na 63° posição dos 70 países avaliados. Na área de Ciências da Natureza, alunos brasileiros obtiveram 401 pontos contra 493 pontos da média dos alunos dos países membros da OCDE (BRASIL, 2016). No entanto, quando observamos o resultado por dependência administrativa vemos que as escolas federais são as que apresentam os melhores resultados em comparação a todos os outros tipos de administração, seja ela pública ou privada. Na área de Ciências estes alunos obtiveram 517 pontos na prova. Se avaliado somente na esfera federal de Ensino, o Brasil ficaria na 11°colocação de todos os países que realizaram a prova. Um dos critérios de avaliação do PISA na área das Ciências é o letramento científico “capacidade de envolver-se com questões e com as ideias da ciência, como um cidadão reflexivo” (OCDE, 2016, p.1). O termo letramento científico também aparece nos documentos de políticas públicas educacionais como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), com um olhar atento sobre este conceito: poucas pessoas aplicam os conhecimentos e procedimentos científicos na resolução de seus problemas cotidianos (como estimar o consumo de energia de aparelhos elétricos a partir de suas especificações técnicas, ler e interpretar rótulos de alimentos etc.). Tal constatação corrobora a necessidade de a Educação Básica – em especial, a área de Ciências da Natureza – comprometer-se com o letramento científico da população (BRASIL, 2018, p.557). Apesar de a Ciência ser feita por cientistas, ela afeta também os não cientistas. Um cidadão comum necessita de conhecimento para ter independência na tomada de decisão como, por exemplo, na compra de um produto capilar é necessário saber que tipo de produto está sendo consumindo, sua qualidade e quais as implicações à saúde ao consumi-lo. O letramento científico possibilita ao cidadão fazer a relação dos diversos atores presentes no fazer científico, como esses atores se relacionam e com que finalidade eles agem (SANTOS, 2007). Acreditamos como Lutfi (1997) que para ensinar química o professor precisa abandonar a visão tradicionalista da pura transmissão de conceitos e definições por uma abordagem contextualizada que envolva temas do cotidiano dos alunos, possibilitando-os a significação desses a partir de suas práticas e relacionando com os conhecimentos aprendidos em sala de aula (LOPES, 2002). O alisamento capilar, tema presente na realidade do alunado, expressa um conflito racial pautado nos padrões estéticos corporais adquiridos da colonização europeia, no qual o cabelo liso representa um sinônimo do belo fazendo parte de um processo de dominação cultural das características da pessoa branca em uma sociedade majoritariamente formada por pretos e pardos (GOMES, 2002). Tendo em vista tal problemática, concordamos com Wertsch (1984) que quase toda ação humana é uma ação mediada e é na escola que esta ação está presente nos múltiplos movimentos instituídos favorecendo a apropriação de conhecimento pelos alunos, destacando-se nesse processo o papel dos agentes (professor e alunos) e a presença das ferramentas culturais ou instrumentos mediacionais que são operados durante a ação. Pautados nas ideias de Vigotski (2012) e Wertsch (1984) sobre a mediação pedagógica com o uso de instrumentos, essa investigação objetiva analisar o processo de discussão conceitual acerca dos conhecimentos científico-tecnológicos e sociais presentes no processo de alisamento capilar com uso de um objeto virtual de aprendizagem (OVA) intitulado “Alisamento capilar: sob o olhar microscópico” como ferramentas da ação mediada. Apresentamos, também, a discussão dos aspectos políticos do uso regulamentado pela ANVISA do formaldeído em produtos para alisamento capilar, a partir de dados experimentais da técnica de Espectroscopia de Ressonância Magnética Nuclear com vistas ao letramento científico de alunos do 2° ano do ensino médio de uma escola pública estadual.

Material e métodos

Esta investigação apresenta elementos da pesquisa participante (PP) promovendo uma relação de cumplicidade entre os pesquisadores e os sujeitos pesquisados, tendo como ponto de partida a clareza de que os sujeitos podem efetivamente ser parceiros, contribuindo para a construção do conhecimento no espaço da pesquisa. Essa opção contrapõe-se à ideia de que os sujeitos são meros informantes, cuja participação se reduz à tão somente transmissão de informações (LE BOTERF, 1999). A pesquisa foi realizada durante o ano letivo de 2019 por um professor em formação inicial (PFI), uma professora em formação continuada (PFC), uma professora supervisora (PE) e um professor formador (PF). O problema de pesquisa surge da atuação profissional da PFC que é professora de Química e cabelereira dona de um salão de beleza que recebe diariamente a procura de clientes para a realização de procedimentos estéticos. E como professora sugere o planejamento de um plano de ação para a abordagem desse tema na sala de aula caracterizando a cumplicidade do pesquisador e sujeito pesquisado. Como professores de química buscamos técnicas que poderiam auxiliar na identificação e quantificação do formaldeído em amostras de alisamentos capilares. Utilizamos a técnica de RMN, uma vez que ela pode identificar a molécula orgânica do formaldeído. Para o entendimento dos alunos, de como o aparelho de RMN funciona, fizemos a análise de um padrão de formaldeído 37% P.A (CH2O, Neon). Para tanto, utilizamos um equipamento BRUKER Avance III 500 (500 MHz para 1H), equipado com sonda BBI. Foram utilizados 500 L (microlitros) de formaldeído e 150 L (microlitros) de água Deuterada (D2O, Aldrich). Para o experimento, os parâmetros de aquisição foram: tempo de relaxação d1 de 60 s, acúmulo de 4scans, tempo de aquisição de 5,48 s, janela espectral de 11,96 ppm, e FID com 64K pontos. Os espectros foram adquiridos a 25ºC. A técnica de RMN exige um conjunto de componentes para o seu funcionamento como o magneto, a sonda, a central com um computador entre ouros componentes. Isso inviabiliza o seu deslocamento para uma sala de aula e devido sua exclusividade aos pesquisadores e funcionários impossibilita a visita de alunos do ensino básico, nos levando a iniciativa de elaboração de um OVA para mediação do conhecimento acerca da técnica tendo como suporte a temática Alisamento Capilar em duas aulas. A intenção não é que os aprendizes sejam capazes de operarem um equipamento de RMN ou que dominem conhecimentos da Química Quântica presentes na técnica, muito menos a formação de pequenos cientistas, mas que esses compreendam “a relevância e aplicar o conhecimento para entender os fatos, tendências, fenômenos, processos que o cercam” (WARTHA e FALJONI-ALÁRIO, 2005, p.43). Após a aula, fez-se a transcrição, os dados obtidos foram agrupados por unidades de significado e analisados segundo a técnica da Análise da Conversação (AC) (MARCUSCHI, 2003).

Resultado e discussão

A maneira com que a Ciência intervém na sociedade, a partir dos avanços tecnológicos, da produção industrial e da urbanização acelerada, acaba promovendo benefícios ou problemáticas que necessitam ser estudados a partir da articulação do “conhecimento científico com valores educativos, éticos e humanísticos que permitam ir além da simples aprendizagem de fatos, leis e teorias” (WARTHA e FALJONI-ALÁRIO, 2005, p.42). A química do alisamento capilar pode envolver diversos conteúdos, como ligações químicas e funções orgânicas (conhecimentos científicos). Já a análise de produtos comercializados a partir de técnicas modernas como a de RMN (conhecimento tecnológico) pode assumir um papel central no entendimento dos riscos à saúde pelo uso indiscriminado de substâncias presentes nos cosméticos e regulamentadas pela ANVISA (conhecimento político), de leves a intensos efeitos causados nos seres humanos que podem se manifestar a curto ou longo prazo (conhecimentos sociais e de saúde pública). A seguir, apresentaremos os resultados da intervenção pedagógica (IP) intitulada “Alisamento capilar: sob o olhar microscópico”, produzindo 352 turnos de fala. Por motivo de espaço apresentaremos 3 extratos produzidos e suas análises. O extrato 1 a seguir inicia a abordagem dos aspectos químicos referentes a composição do cabelo. O conhecimento químico para que possa ser mediado ele deve abordar os níveis macroscópicos, microscópicos e simbólicos de maneira em que não se trate aleatoriamente estes níveis (JOHNSTONE, 1982). Johnstone (1982) recomenda que os professores de química criem situações reais que demonstrem o universo macroscópico ao aluno, como presente na fala de PF no turno 37 (PF: Aqui é como se fosse uma representação do fio de cabelo, tem essa ligação de dissulfeto, mas também temos outros tipos de ligações.) em conjunto com a simbologia química pertinente que, neste caso, são as imagens contidas no OVA que representam as ligações dissulfeto, iônicas e interações de hidrogênio presentes no fio de cabelo (Figura 1). Ao mesmo tempo, se utilize de aporte teórico e linguagens específicas dessa Ciência com o objetivo de criar habilidades para a compreensão do nível molecular, como presente nos turnos 37, 38, 43 e 44 (PF: Que tipo de ligação é esta entre os enxofres?; A3: Covalente!; PF: E nessa parte que tem uma interação entre um hidrogênio e um oxigênio?; A1: Ligação de hidrogênio.). Na construção de um OVA, o professor deve pensar como abordar estes três aspectos do conhecimento químico, sempre estabelecendo uma relação entre eles para que o aluno possa compreender melhor o conteúdo a ser abordado. As características humanas são manifestadas a níveis macroscópicos, pautado pela herança genética que cada pessoa possui. O cabelo pode ser tratado como uma exemplificação disso. Além dessas características que se dão ao plano do visível um aluno letrado cientificamente pode fazer relações do conhecimento químico com sua realidade, por isso é importante entender o conceito de ligações químicas para diferenciar os tipos de cabelo. Com isso, podemos perceber microscopicamente que os cabelos que apresentam maior quantidade ligações de dissulfeto são mais crespos, como presente na fala de PF no turno 37 (PF: quanto mais ligações dissulfeto tiver mais ondulado será o cabelo) (ROBBINS, 2002). O conceito de ligação química se faz necessário para entender como os alisastes capilares agem. Estes são redutores fortes que agem de maneira a romper as ligações dissulfeto presentes na estrutura do córtex do cabelo. Explicar aos alunos estes aspectos científicos se torna importante para evidenciar como a química está presente no alisamento capilar, permitindo-os compreender como estes produtos afetam a saúde humana e a importância de se criar uma legislação especifica para sua comercialização e uso, como mostra o extrato 2. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) permite algumas substâncias para o alisamento capilar como o Ácido tioglicólico e seus sais, Hidróxido de Cálcio, Ácido Glioxílico, dentre outras (BRASIL, 2017). No entanto, ao discutir a temática em sala de aula, poucas pessoas sabem da existência dessas substâncias. Como apresentado no turno 67, o formaldeído ainda é uma substância usada nessa prática, apesar de proibida para tal finalidade. Segundo a ANVISA, o formol é permitido apenas como conservante, na concentração de até 0,2% (BRASIL, 2013). O formaldeído é uma substância cancerígena que provoca irritabilidade da mucosa, irritações e queimaduras na pele, como relatado na experiência de A5 no turno 52 (A5: Arde o olho, machuca o couro cabeludo, queima!) e danos irreversíveis aos olhos e a saúde do cabelo (MORO et al, 2015). Ressaltamos que mesmo proibido pela ANVISA, o uso do formol é feito de maneira indiscriminada, tanto por falta de conhecimento daqueles que buscam essa prática capilar quanto por vários profissionais de salões de beleza. Diante disso, concordamos com Millar (2002) sobre a importância do letramento científico no ensino básico, por seu caráter utilitário para que o indivíduo possa tomar decisões de maneira segura sobre sua dieta, saúde, sua segurança e agir como um bom consumidor. Analisando o extrato 2, percebemos que a A10 no turno 64, não possui conhecimento sobre o que está sendo aplicado no seu cabelo, nem se preocupa com os riscos que um produto pode oferecer a sua saúde. Portanto, entender os aspectos sociais, políticos e de saúde quando do uso de um produto são fundamentais para a formação cidadã e estão presentes nos aspectos tecnológicos que caracterizam o cumprimento das normas vigente das agências reguladoras, como evidenciado no extrato 3. A ANVISA utiliza do conhecimento científico para determinar o teor de formaldeído em produtos cosméticos. Diante disso, decidimos elaborar o OVA envolvendo a técnica de RMN utilizada para este fim (figura 2), uma vez que ela pode produzir resultados com bastante acurácia dos componentes de um alisante capilar. Utilizam-se quantidades na ordem de miligramas do produto analisado e pouca quantidade solvente na ordem microlitros. Além disso, esta técnica leva poucos minutos para se fazer uma análise com resultados consideráveis como os apresentados na figura 3. Portanto, a ANVISA deveria buscar nas parcerias entre as Universidades e os centros de pesquisas para propor em seus guias de controle de qualidade, formas de identificar e dosear o formaldeído em produtos de alisantes capilares. Outro aspecto da escolha de se apresentar tal técnica na educação básica, é fazer a divulgação cientifica, mostrando uma parte da pesquisa que acontece na universidade. Além disso, nota-se que a técnica de RMN não é conhecida pelos alunos como mostra no extrato 3 no turno 188. Conhecer novas técnicas da ciência e saber do seu uso faz parte também do caráter cultural e social do letramento científico. Assim, damos a possibilidade para o estudante conhecer novas aplicações da ciência e fazendo com ela posse se aproximar de sua cultura (MILLAR, 2002). Aqui não desejamos que o aluno compreenda como se utiliza um equipamento de RMN e sim que ele entenda a sua função como ferramenta e química e qual a sua relevância em sua vida.

Extratos 1 e 3

Extratos retirados da transcrição da intervenção pedagógica para se fazer a análise da conversação.

Figura 1, Figura 2, Figura 3 e extrato 2

Figuras dos frames do OVA intitulado “Alisamento capilar: sob o olhar microscópico” e extrato retirado da transcrição de intervenção pedagógica

Conclusões

Dessa forma, ensinamos aos alunos valores e conhecimentos necessários para interpretar um produto cosmético de alisamento capilar e toda a problemática que a ela envolve, capacitando-os para portarem-se como consumidores e cidadãos. Também, possibilitamos os alunos a buscarem meios para resolver os problemas apresentado a partir da sala de aula, formando assim um aluno com uma visão crítica pautado em uma visão de mundo holística, que os conhecimentos científicos permeiam todos os meios da sociedade que ele participa. Com a utilização do OVA permitimos que os alunos possam conhecer a técnica de RMN, possibilitando a popularização e divulgação da ciência e da tecnologia.

Agradecimentos

À CAPES, AO CNPq, AO CEPAE e À UFG

Referências

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