Autores

Paulo, C. (IFMACAMPUSCAXIAS) ; Lourival, J. (IFMACAMPUSCAXIAS) ; Nadjahilthon, S. (IFMACAMPUSCAXIAS) ; Neuzilane, D. (IFMACAMPUSCAXIAS) ; Laysson, L. (IFMACAMPUSCAXIAS) ; Pedro, P. (IFMACAMPUSCAXIAS)

Resumo

RESUMO: O conceito de se aprender brincando será relatado como uma importância significativa do conhecimento dinâmico e motivacional no jogo didático trilha humana. Nele os alunos podem aprender assuntos de química de maneira bem simples e clara. A utilização do lúdico acontece com vista a incentivar a interação entre os professores e alunos no processo de ensino-aprendizagem de forma a facilitar a construção do saber.

Palavras chaves

BRINCANDO; DINAMICO; TRILHA

Introdução

INTRODUÇÃO: Os jogos didáticos vêm sendo uma excelente ferramenta para auxiliar o ensino da química. Levando em conta os conteúdos abordados dessa disciplina que exigem muito dos alunos, sendo por isso considerada uma disciplina difícil. A relevância do lúdico no processo de ensino-aprendizagem não é recente, desde a antiguidade o lúdico faz parte desse processo e ao longo do tempo vem se aprimorando cada vez mais e facilitando o processo de aprendizagem. Na concepção de Vygotsky (2010), todas as culturas se utilizam dos jogos que são praticados pelos sujeitos de todas as idades e as habilidades necessárias em cada fase de seu desenvolvimento para facilitar a aprendizagem de conceitos escolares. OBJETIVOS OBJETIVO GERAL: Verificar a aceitabilidade do jogo didático da trilha humana na disciplina de Quimica Orgânica e a absorção do conteúdo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Utilizar o jogo da trilha humana para facilitar o ensino de Quimica Organica Avaliar a absorção do conteúdo ao utilizar a trilha humana com o uso de questionários Descrever o grau de aceitabilidade do jogo de trilha humana em um turma de terceiro ano do ensino médio na disciplina de Química.

Material e métodos

MATERIAL E MÉTODOS: O jogo didático, objeto deste estudo, é constituído por uma trilha, 30 cartas, 30 perguntas pertinentes aos temas escolhidos da Química de acordo com o ano da turma e 2 dados. O jogo tinha por objetivo verificar o grau de conhecimento dos alunos em Química e ao mesmo tempo facilitar a compreensão dos discentes acerca do conteúdo abordado. O jogo foi aplicado em uma turma de terceiro ano do ensino médio, na disciplina de Química Orgânica. O tema abordado foi: Funções Orgânicas: os nitrocompostos e os compostos halogenados. O jogo consistiu em desenhar uma trilha numerada no chão da sala, aonde os alunos percorreram-na com o uso de dados e ao acertar a resposta de perguntas relacionadas com o tema da aula. Após desenhar a trilha foi dividida em dois grupos e foi escolhido um representante de cada para lançar os dados, responder as perguntas acerca da química orgânica ( nitrocompostos e compostos halogenados) e caminhar na trilha se respondesse certo. Venceu a equipe que chegou primeiramente ao final da trilha. Foi realizado um questionário a fim de avaliar a absorção do conteúdo e aceitabilidade do jogo por parte dos alunos.

Resultado e discussão

RESULTADOS E DISCUSSÃO: Através do jogo foi possível constatar que os alunos demonstraram compreender de maneira mais clara e fácil o assunto abordado na aula de quimica.

Conclusões

CONCLUSÕES: Foi verificado através da aplicação do jogo que os alunos conseguiram compreender melhor os conteúdos quando explorados através dos jogos lúdicos da sua faixa etária de idade e por isso os discentes demostraram melhores resultados no processo de ensino-aprendizagem.

Agradecimentos

AGRADECIMENTOS: IFMA Campus Caxias - Onde foi aplicado em alunos do 3° ano do nível médio e ao Professor orientador Pedro Pessoa e o Professor Elpides Neto.

Referências

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 1. CAVALCANTI, E.L.D.; SOARES, M.H.F.B. O uso de jogos de roles (roleplaying game) como estratégia de discussão e avaliação do conhecimento químico. Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias, v. 8, n. 1, p. 255-282, 2009.
2. KISHIMOTO, T.M. O brinquedo na educação: considerações históricas. São Paulo: FDE, 1995.
3. VIGOTSKI, L. V. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 2007.